sexta-feira, 6 de agosto de 2010

E agora, José?

Na vida inteira nunca haverá amor maior no coração. O amor adolescente. E não existe desculpa de falar que homem ou mulher é tudo igual. Homens e mulheres SÃO iguais!E somos mesmo! Os guris por mais cagões q sejam têm um medo irritante de mulher e as gurias com uma insegurança chata. Todos ficam atrapalhados, sem jeito, bobinhos, risonhos e um monte de coisa que quando passa a gente pensa: como foi bom.
Ah, bom foi aquele amor em que a gente tatuaria o nome da pessoa amada, que dávamos presentes em todas as datas especiais e algumas coisitas mais. A nossa vida era satisfazer outra. Medo? Isso não consta no nosso vocabulário, sobre ser traído, ignorado ou qualquer mal desse mundo.
A gente sempre pensa que tudo vai durar pra sempre, que se a gente conseguisse morar num apê com a amada e pudesse só amar, tudo estaria perfeito. Ah, e COMO era bom. Podia estar uma merda,mas estava bom. A gente nunca sorri tanto pra alguém com olhos tão brlhantes. A magia existe sim.
Depois de cultivar tanto nossa plantação aparece uma vaca e acaba com tudo. Ou chifres começam a nascer ,etc. Não quero entrar nesse quesito. Acabou. O pozinho mágico já não faz mais efeito, o sorriso fica amarelo, os olhos se reviraram. A vida em parte acaba, por mais que a gente agora vá crescer, que coisas novas virão. Nada mais importa. Tá, dizem que passa, outros já falam que existe só um amor na nossa vida inteira. Tenho medo de crescer e descobrir.
Mas e agora sem o falecido? Quem vai ser a pessoa que vai te ligar pra saber como foi seu dia? Quem vai te esquentar os pés e o resto naqueles domingos frios com chuva? Certo, vamos “aproveitar” a solteirice e sair por aí bebendo e beijando gente estranha. Virando a noite fazendo sei lá o que, dormir bastante, escutar música o dia todo. Ai, maldita música bonita do rádio, maldita ressaca, noite chata que o sono não aparece. E quando a gente sonha não quer acordar. E aquela pessoa com quem eu quero ter nada? Essa liga.
E agora o que sobra no nosso coração é só dor. Aí sim a insegurança toma conta. Será que vai ser igual? Vai servir? Vai ser calmo como o outro? Vou me divertir igual?
Vou parar por aqui...

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