A vida é tão magnífica
Pena ter os problemas que tem
Não é fácil cair
Sacodir a poeira
E levantar-se pra cair novamente
Mas a pedra em que eu tropeço hoje
Amanhã eu consigo desviar
E assim se segue
Um aprendizado eterno
Sem medo
Sem receios
No fim da estrada
As cicatrizes e as rugas na pele
Te fazem olhar pra trás
Se orgulhar do caminho que trilhou
E ontem tudo aquilo que te fez chorar
Hoje te fazer rir
E amanhã tornam-se sabedoria
Para inutilmente tentar fazer os outros não cometerem os mesmos erros
Inutilmente, porque a praga do homem é a curiosidade e a paixão.
Marlon Erich Ruttmann
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Quem está ilhado?
Era uma vez um bobo
bobo assim,como você
que nunca quis entender
sobre a arte de viver
...ou conviver
Quando quis te contar
de como é lindo amar
você se jogou no mar morto
fazendo teu aborto
com teus próprios remos
bebeu de teu veneno
E de moreno da praia
foi à plâncton da raia...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Indiferentemente Arrastado
o que é real?
será o aqui e o agora
ou oque nos espera lá fora?
o que realmente importa?
e que diferença faz?
não esqueça a mascara usada
ou se esquecerá de quem é você
mas que diferença faz?
são tantas mascaras para escolher...
esqueça tudo
faça seu caminho
não é oque eles dizem?
tente, ao menos finja
se é que isso faz alguma diferença!
depois de tudo
vem a incerteza
de algo que você não teve
de algo que talvez nem exista
talvez pudesse ser diferente...
quem dera isso fizesse alguma diferença.
em quem irei votar?
que roupa irei usar hoje?
como querem que eu me comporte? ...assim será?
deixarei que mamãe escolha por mim
talvez eu sinta seus medos, e me torne mais um solitario!
mas que diferença faz?
no fim somos todos puxados por uma pedra...
Eduardo Maltauro
"À medida que o conhecimento aumenta, o espanto se aprofunda"
será o aqui e o agora
ou oque nos espera lá fora?
o que realmente importa?
e que diferença faz?
não esqueça a mascara usada
ou se esquecerá de quem é você
mas que diferença faz?
são tantas mascaras para escolher...
esqueça tudo
faça seu caminho
não é oque eles dizem?
tente, ao menos finja
se é que isso faz alguma diferença!
depois de tudo
vem a incerteza
de algo que você não teve
de algo que talvez nem exista
talvez pudesse ser diferente...
quem dera isso fizesse alguma diferença.
em quem irei votar?
que roupa irei usar hoje?
como querem que eu me comporte? ...assim será?
deixarei que mamãe escolha por mim
talvez eu sinta seus medos, e me torne mais um solitario!
mas que diferença faz?
no fim somos todos puxados por uma pedra...
Eduardo Maltauro
"À medida que o conhecimento aumenta, o espanto se aprofunda"
Dilema
Às vezes a felicidade alheia incomoda.
Principalmente naqueles sóbrios dias de solidão.
É chato
Quando
As pessoas acenam
De lá de cima.
E não
Se pode
Fazer nada
A não ser
Daqui de baixo
Dar um sorriso
Forçado,
Sem querer,
Pra maquiar a inveja
E o desgosto...
Marlon Erich Ruttmann
"Pode a verdade estar na boca das crianças, mas para a dizerem tem de crescer primeiro, então passam a mentir." José Saramago
Principalmente naqueles sóbrios dias de solidão.
É chato
Quando
As pessoas acenam
De lá de cima.
E não
Se pode
Fazer nada
A não ser
Daqui de baixo
Dar um sorriso
Forçado,
Sem querer,
Pra maquiar a inveja
E o desgosto...
Marlon Erich Ruttmann
"Pode a verdade estar na boca das crianças, mas para a dizerem tem de crescer primeiro, então passam a mentir." José Saramago
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Lágrimas Depressivas
é assim todo dia
o sol clareia brando
a lua suavisa meu brando
a lua suavisa meu pranto
medito sobre miha vida vazia
lagrimas de suplico
lagrimas seladas...
lagrimas desperdiçadas...
tentando aliviar meu martirio
e eu odeio tudo isso
odeio sentir essa tortura
ser seguido por essa amargura
até ja tentei suicidio
minha lamuria
meu terror que queima minha alma
minha mortificação que não me deixa calmo
minha eterna fúria
lágrimas...
lágrmas de dor
lágrimas sem amor
mágoas...
tentei me afogar
nessa lamentação inutil
nesse lamento futil
na bruma que disfarça o mar
mas isso não me protegeu
só me trouxe mais aflição
só trouxe minha crucificação
mais isso não me abateu
pois, assim como eu
nesse mundo profano
sufocando nesse desejo insano
muita gente morreu...
nessa imortal depressão
o sol clareia brando
a lua suavisa meu brando
a lua suavisa meu pranto
medito sobre miha vida vazia
lagrimas de suplico
lagrimas seladas...
lagrimas desperdiçadas...
tentando aliviar meu martirio
e eu odeio tudo isso
odeio sentir essa tortura
ser seguido por essa amargura
até ja tentei suicidio
minha lamuria
meu terror que queima minha alma
minha mortificação que não me deixa calmo
minha eterna fúria
lágrimas...
lágrmas de dor
lágrimas sem amor
mágoas...
tentei me afogar
nessa lamentação inutil
nesse lamento futil
na bruma que disfarça o mar
mas isso não me protegeu
só me trouxe mais aflição
só trouxe minha crucificação
mais isso não me abateu
pois, assim como eu
nesse mundo profano
sufocando nesse desejo insano
muita gente morreu...
nessa imortal depressão
Lei da Natureza
Não adianta dizer que tá afim
Se tem coração com capim
Pois não sou vaca de pasto
que vai parar em seu prato.
Também não sou flores de seu jardim
que morreram de solidão
se descabelaram no chão
e o vento levou...
Depois daquela chuva
que varreu até os muros
agora você vai enxergar
que sou o arco-íris
impossível de agarrar
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Almas inquietas.
Continuamente me estranho.
Nunca fui nem acabei.
Só minha mente inquieta
Sabe as voltas que já dei.
Nesse deserto gélido
Tudo parece ilusão,
Miragens que sopram ao vento
Coisas do coração.
Não sei explicar o mundo,
Nada parece coerente,
E entre minhas razões
Estou perdido em mente.
Tudo parece nada,
Sempre é insuficiente.
Outrora, com tão pouco eu me contente.
Quem tem alma não tem calma!
Eduardo Maltauro
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
Nunca fui nem acabei.
Só minha mente inquieta
Sabe as voltas que já dei.
Nesse deserto gélido
Tudo parece ilusão,
Miragens que sopram ao vento
Coisas do coração.
Não sei explicar o mundo,
Nada parece coerente,
E entre minhas razões
Estou perdido em mente.
Tudo parece nada,
Sempre é insuficiente.
Outrora, com tão pouco eu me contente.
Quem tem alma não tem calma!
Eduardo Maltauro
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
Reprime-se aqui.
Me sinto bem.
Sempre me senti bem.
Todavia
Sinto um espaço vazio na alma,
Como uma grande sala,
Vazia,
Sem mobília.
Sinto falta de algo,
Sensação estranha,
Deja-Vu talvez.
Algo que me foi tirado há tempos...
Sinto minha alma cheia,
Não de sentimentos,
Afetos,
Presenças,
Mas sim de um nada.
É como pegar um pedaço de vento,
Algo assim,
Inexplicável,
Inconcebível,
Incoercível.
Como se estivesse num quarto,
Na penumbra de um canto qualquer,
Pesando versos,
Bobagens,
Banalidades,
Só eu,
Eu e um pedaço insignificante de mundo.
Marlon E. Ruttmann
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
Sempre me senti bem.
Todavia
Sinto um espaço vazio na alma,
Como uma grande sala,
Vazia,
Sem mobília.
Sinto falta de algo,
Sensação estranha,
Deja-Vu talvez.
Algo que me foi tirado há tempos...
Sinto minha alma cheia,
Não de sentimentos,
Afetos,
Presenças,
Mas sim de um nada.
É como pegar um pedaço de vento,
Algo assim,
Inexplicável,
Inconcebível,
Incoercível.
Como se estivesse num quarto,
Na penumbra de um canto qualquer,
Pesando versos,
Bobagens,
Banalidades,
Só eu,
Eu e um pedaço insignificante de mundo.
Marlon E. Ruttmann
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Horário Nobre
Horário nobre
É a hora de levantar
Dessa cadeira
Elétrica virtual
Não quer acordar
Entrei ao vivo
Agora eu tô no ar
Cultura pobre
Você foi pago
Pra não reclamar
E morre devagar
Nessa vida normal
Seguindo à risca
O manual do enlatado
Você não vai nem acreditar
Quem vive dentro dessa caixa
Sem moral
Sua vontade é um comercial
Necessidade artificial
Como uma sombra
É só um vulto
Sem identidade
Irrita de verdade
Essa inércia
Vive conforme a programação
Quase não pensa
Não tem visão
É mais um escravo da televisão
Você não vai acreditar
Quem vive dentro dessa caixa
(Não vê) onde você for ele vai contigo
(Não vê) te tem na palma da mão
(Não vê) mesmo vilão do filme antigo
donos dos meios de manipulação
(Não vê) como a traça come o vestido
(Não vê) devorador de plantão
(Não vê) vai pagar o preço se der ouvidos
Ao que rasteja no chão
Desespero
Mudou a moda
Muda a vida toda
E cada estação
Você quer ver primeiro
Segue o ritmo
Mas não ouve a batida
Do seu coração
É tão manobrável
Boneco inflável
Sem o menor sinal de reação
Programado para dar errado
Se já vem com defeito de fabricação
Vivendo a mentira perfeita
Entrou nova propaganda
É nova opinião
Engole seco e aceita
Encolhe o personagem certo
Pra cada ocasião
O marginal, o homem de bem
Não engana ninguém
Idolatria não me contagia
Eu já sofri por ela
Agora eu vivo sem
Horário Nobre - Rodox
Quem vota nas coxas acaba tomando na bunda.
É a hora de levantar
Dessa cadeira
Elétrica virtual
Não quer acordar
Entrei ao vivo
Agora eu tô no ar
Cultura pobre
Você foi pago
Pra não reclamar
E morre devagar
Nessa vida normal
Seguindo à risca
O manual do enlatado
Você não vai nem acreditar
Quem vive dentro dessa caixa
Sem moral
Sua vontade é um comercial
Necessidade artificial
Como uma sombra
É só um vulto
Sem identidade
Irrita de verdade
Essa inércia
Vive conforme a programação
Quase não pensa
Não tem visão
É mais um escravo da televisão
Você não vai acreditar
Quem vive dentro dessa caixa
(Não vê) onde você for ele vai contigo
(Não vê) te tem na palma da mão
(Não vê) mesmo vilão do filme antigo
donos dos meios de manipulação
(Não vê) como a traça come o vestido
(Não vê) devorador de plantão
(Não vê) vai pagar o preço se der ouvidos
Ao que rasteja no chão
Desespero
Mudou a moda
Muda a vida toda
E cada estação
Você quer ver primeiro
Segue o ritmo
Mas não ouve a batida
Do seu coração
É tão manobrável
Boneco inflável
Sem o menor sinal de reação
Programado para dar errado
Se já vem com defeito de fabricação
Vivendo a mentira perfeita
Entrou nova propaganda
É nova opinião
Engole seco e aceita
Encolhe o personagem certo
Pra cada ocasião
O marginal, o homem de bem
Não engana ninguém
Idolatria não me contagia
Eu já sofri por ela
Agora eu vivo sem
Horário Nobre - Rodox
Quem vota nas coxas acaba tomando na bunda.
domingo, 29 de novembro de 2009
Fim de tarde
E ele se sentou naquele mesmo banco de sempre
E esperou
esperou
espero
esper
espe
...
Pra sentir novamente aquela sensação estranha,
Mas que tanto lhe deslumbrava,
Como se tivesse o mundo nas mãos,
Como se pudesse eternamente feliz.
Mas NÃO.
Ele não o era...
E jamais seria.
Marlon E. Ruttmann
Saudade é a prova de que tudo o que passastes valeu a pena!
E esperou
esperou
espero
esper
espe
...
Pra sentir novamente aquela sensação estranha,
Mas que tanto lhe deslumbrava,
Como se tivesse o mundo nas mãos,
Como se pudesse eternamente feliz.
Mas NÃO.
Ele não o era...
E jamais seria.
Marlon E. Ruttmann
Saudade é a prova de que tudo o que passastes valeu a pena!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Tribulação
E o que fazer
Quando o
EU
Fala mais alto que o
NÓS
?
Marlon E. Ruttmann
O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.
Quando o
EU
Fala mais alto que o
NÓS
?
Marlon E. Ruttmann
O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Chucky
Chucky vê as ruas tão escuras a andar no seu velho skate,
Escutando walkman,
Pra ele a solidão até que cai bem...
Chucky - Culpados Inocentes
Humildade é a capacidade de ser você mesmo quando tudo ao seu lado mudou.
Escutando walkman,
Pra ele a solidão até que cai bem...
Chucky - Culpados Inocentes
Humildade é a capacidade de ser você mesmo quando tudo ao seu lado mudou.
sábado, 31 de outubro de 2009
Vácuo
Sentindo saudades...
Daquilo que nunca
Tive
Daquilo que nunca
Fui
Daquilo que nunca
Vi
Marlon E. Ruttmann
Temos a arte para não morrer da verdade.
Daquilo que nunca
Tive
Daquilo que nunca
Fui
Daquilo que nunca
Vi
Marlon E. Ruttmann
Temos a arte para não morrer da verdade.
domingo, 18 de outubro de 2009
Castanho
Como agora eu queria
Poder no teu ouvido falar,
Te escrever simples versos
Que façam você se envergonhar...
Fico confuso, tento entender,
Nossos modos, não são nada iguais.
Mas é esse teu mundo estranho,
Que me deixa em paz!
Só te peço, sinceridade,
Carinho, simplicidade!
Ao lembrar do teu olhar, sinto tanta saudade!
Basta apenas um sorriso, pro meu mundo se encher de felicidade!
Marlon E. Ruttmann
Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.
Poder no teu ouvido falar,
Te escrever simples versos
Que façam você se envergonhar...
Fico confuso, tento entender,
Nossos modos, não são nada iguais.
Mas é esse teu mundo estranho,
Que me deixa em paz!
Só te peço, sinceridade,
Carinho, simplicidade!
Ao lembrar do teu olhar, sinto tanta saudade!
Basta apenas um sorriso, pro meu mundo se encher de felicidade!
Marlon E. Ruttmann
Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Modorra
Injustiça é a distância que nos separa
Mesmo no silêncio
Tua voz não se cala
Saudade
Que não cessa
O tempo
Que não se apressa
E meu sono
Ameniza a saudade
Nos meus sonhos
Te encontrar
Adormecer eternamente
Só pensar em você, meu bom par
De repente a noite se acaba
Sem sonhos
Esperanças
Sem ar
Volte logo
Por favor
Aqui estou
Sozinho
Num canto
Sem desatino
Sem amor
Marlon E. Ruttmann
Nossos erros são as únicas coisas originais que fazemos.
;)
Mesmo no silêncio
Tua voz não se cala
Saudade
Que não cessa
O tempo
Que não se apressa
E meu sono
Ameniza a saudade
Nos meus sonhos
Te encontrar
Adormecer eternamente
Só pensar em você, meu bom par
De repente a noite se acaba
Sem sonhos
Esperanças
Sem ar
Volte logo
Por favor
Aqui estou
Sozinho
Num canto
Sem desatino
Sem amor
Marlon E. Ruttmann
Nossos erros são as únicas coisas originais que fazemos.
;)
Assinar:
Postagens (Atom)