terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Almas inquietas.

Continuamente me estranho.
Nunca fui nem acabei.
Só minha mente inquieta
Sabe as voltas que já dei.

Nesse deserto gélido
Tudo parece ilusão,
Miragens que sopram ao vento
Coisas do coração.

Não sei explicar o mundo,
Nada parece coerente,
E entre minhas razões
Estou perdido em mente.

Tudo parece nada,
Sempre é insuficiente.
Outrora, com tão pouco eu me contente.
Quem tem alma não tem calma!


Eduardo Maltauro

E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.

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